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Paixão-Coaching, o blog

Posts sobre Coaching e Treino Desportivo


Segunda-feira, 25.01.16

Atenção aos Resultados, não adormeças.

taxi-hard.jpg

 

Numa aldeia viviam dois homens que se chamavam Joaquim Gonçalves. Um era o padre da paróquia, o outro era taxista. Quis o destino que ambos morressem no mesmo dia. Chegam então ao céu, onde São Pedro os aguarda.

- Como te chamas? – pergunta o santo ao primeiro.

- Joaquim Gonçalves.

- O padre?

- Não, o taxista.

São Pedro consulta os apontamentos e diz:

- Muito bem, ganhaste o Paraíso. Estas túnicas bordadas a ouro são para ti. Podes passar para a nossa zona de lazer e spa com massagens especiais, piscina e jacuzzi…

- Muito obrigado respondeu o taxista.

Passam mais duas ou três pessoas e chega a vez do outro.

- Nome?

- Joaquim Gonçalves.

- O padre…

- Sim.

- Muito bem meu filho. Ganhaste o Paraíso. Esta túnica de linho é para ti. Podes passar para a cozinha onde irás descascar batatas, lavar taxos e panelas.

- Não, não pode ser! Eu conheço o outro homem, era taxista na minha aldeia, era um desastre! Subia passeios, batia com o carro dia sim, dia não, uma vez espatifou-se contra uma casa, derrubava postes de iluminação, levava tudo á frente. Conduzia mesmo muito mal… E eu passei 75 anos da minha vida a pregar todos os domingos na paróquia, como é possível ele ficar com a túnica de ouro, ir para a zona de lazer e eu com a túnica de linho trabalhar para a cozinha? Deve haver engano!

- Não, não há qualquer engano – afirma São Pedro. – o que acontece é que aqui, no Céu, não costumamos avaliar as coisas como vocês na vida terrena.

- Como? Não entendo…

- Claro… agora, observemos os resultados…, Olha no teu caso vou-te explicar e vais compreender: durante os últimos vinte anos, cada vez que pregavas as pessoas adormeciam; mas de cada vez que ele conduzia, as pessoas rezavam. Resultados! Compreendes agora?

 

Esta história foi contada por um sacerdote amigo de Jorge Bucay no seu livro “As 3 perguntas – Quem sou? Onde vou? Com quem?”.

Algumas pessoas dão demasiada importância aos resultados e outras ao processo para a sua obtenção. Não se fie exclusivamente numa das partes, qualquer delas é importante. Ir atrás dos resultados a qualquer preço pode afastá-lo das pessoas e conduzir a alguns acidentes de percurso. Por outro lado, se tiver demasiado calmo quanto ao processo e não for objetivo poderá adormercer…, sem resultados!

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por ppmiguel às 15:33

Sábado, 26.12.15

O remador BANIF, BES e outros mais…

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Conta-se que certa vez se organizou uma competição de remo entre duas grandes empresas. Uma equipa era formada por portugueses e a outra por japoneses.

Os japoneses não deram qualquer hipótese e cruzaram a linha de meta uma hora antes dos portugueses. A direção da equipa derrotada reuniu-se com carácter de urgência para analisar as causas de semelhante desaire e tirou as seguintes conclusões, que enviou por e-mail a todos os funcionários:

“Constatou-se que na equipa japonesa havia um chefe de equipa e dez remadores, ao passo que na equipa portuguesa havia um remador e dez chefes de equipa. No próximo ano, tomar-se-ão medidas adequadas.”

No ano seguinte, as coisas correram ainda pior para os portugueses, já que chegaram uma hora e meia depois dos japoneses. Uma vez mais, a direção reuniu-se para estudar o caso e viram que, nesse ano, a equipa japonesa era novamente composta por um chefe de equipa e dez remadores. Pelo contrário, a equipa portuguesa, depois de serem adaptadas as medidas apropriadas mediante os resultados do ano anterior, era composta por um chefe de serviço, três assessores de gestão, oito chefes de secção e um remador. A direção chegou à seguinte conclusão: o remador era completamente incompetente.

No ano seguinte, os resultados foram ainda mais negativos para a equipa portuguesa, que chegou quatro horas depois da japonesa. A direção, depois das devidas análises, redigiu o seguinte comunicado:

“Uma vez mais, a equipa japonesa optou por uma tripulação tradicional formada por um chefe de equipa e dez remadores. Nós, depois de uma consultoria externa e da acessória dos departamentos de Organização e de Informática, optámos por uma formação muito mais inovadora: um chefe de serviço, três chefes de secção com excelentes níveis de produtividade, dois auditores e quatro vigilantes certificados com instruções concretas para vigiar o remador, que já fi repreendido e punido, tendo-lhe sido retirados todos os louvores e bónus por causa do fracasso do ano anterior. Assim, para a regata do próximo ano, determina-se que o remador seja expulso da empresa e substituído por um contratado externo. Os motivos do despedimento são claros e fundamentados: a partir do segundo terço da carreira, começou a notar-se um certo desleixo no indivíduo. Desleixo que roça a desfaçatez quando só conseguiu cruzar a linha de chegada quatro horas depois dos japoneses.”

 

Esta história é contada por Gabriel García de Oro no seu livro “Storytelling – a magia das palavras” numa versão para espanhóis que facilmente se adapta aos portugueses, qualquer deles certamente se identifica com o remador que não atinge os seus objetivos, ou vive acima das suas possibilidades, enquanto alguma da nossa pseudo-elite em algumas esferas de decisão, garantem os seus lugares, as suas avaliações de mérito, os seus bónus e prémios. Claro que se somos poucos a remar demoramos mais tempo.

 

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por ppmiguel às 17:14

Segunda-feira, 30.11.15

Apresentação do Livro de Coaching e Agradecimentos

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No próximo dia 16 de Dezembro será apresentado no auditório da Escola Superior de Desporto de Rio Maior o livro "Coaching: As 8 sessões essenciais para atletas, treinadores e outros profissionais do Desporto".

Apresento abaixo, transcrito da obra, os meus agradecimentos a todos os que de uma forma ou de outra deram o seu contributo.

Desde o final dos anos 90 que tenho intenção de escrever um livro. Primeiro preparei algo sobre o treino da força em atletas. Depois iniciei um manual de atletismo e também cheguei a pensar num livro de teoria e metodologia do treino. Se bem que tenha algumas publicações em revistas técnicas das referidas temáticas, nunca realizei esse desiderato de escrever um livro.

            Quando nos finais de 2008 me comecei a interessar pelo estudo, prática e formação em coaching, eis que surge para mim mais uma oportunidade para escrever sobre uma matéria que me apaixona. Não poderia deixar escapar esta ocasião para viajar no mundo da escrita, onde procurei conciliar estudo, experiências práticas e formação diversa.

            Evidentemente que a maior parte da viagem que é escrever um livro é feita a solo, contudo gostaria de agradecer às pessoas que me apoiaram nesta missão que foi a escrita da presente obra.

            Quero começar por agradecer a Sérgio Bulat pelas reuniões que tivemos e a sua disponibilidade, onde fiquei a conhecer o que é coaching para escrever. Também quero agradecer a outros coaches com os quais aprendi imenso, Paco Yuste, Diego Gutierrez e muitos outros companheiros em Ecubica e Escuela de Inteligencia em Madrid.

            Um agradecimento especial às pessoas que me inspiraram a escrever as histórias de abertura de cada capítulo, atletas, clientes de coaching ou amigos.

            Depois de concluída a escrita, solicitei a um conjunto de pessoas que fossem os meus primeiros leitores e revisores – António Graça, Mónica Jorge, Rui Lança, Hugo e Vânia, Nanci, Patricia, Nuno Loureiro e Helena. A todos estou muito grato pelas sugestões e comentários efetuados.

            Agradeço também ao professor Jorge Vieira que desde a primeira hora aceitou o meu desafio para escrever o prefácio do livro.

            À equipa Sportbook e Publindústria agradeço a aposta efetuada, na pessoa do senhor António Malheiro e restantes colaboradores, Jorge Costa, Jorge Pissarra, Diogo Resende e Luciano Carvalho.

            Outra equipa da qual faço parte, a da ESDRM, especialmente aos colegas que vão acolhendo as minha ideias sobre coaching, estou bastante grato pelos vários momentos de partilha.

            Para finalizar, um agradecimento especial àqueles com os quais tenho passado mais tempo, os meus atletas, os meus pais e a minha irmã, um grande abraço a todos extensível aos estimados leitores que decidiram adquirir e ler o presente livro. Bem hajam!

            Podem continuar a acompanhar o meu trabalho em www.paixao-coaching.com ou www.correcomalma.com .

 

Rio Maior, Novembro de 2015

 

 

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por ppmiguel às 23:45

Segunda-feira, 26.10.15

Sempre on-line, maus e bons hábitos

Quanto tempo demora a criar-se um novo hábito?

Foi a pergunta que Jeremy Dean colocou e que o levou a investigar sobre a mesma, e a escrever o livro “Porque fazemos o que fazemos – Bons hábitos”.

Ele encontrou alguns livros e autores que referem que possam ser 21 ou 28 dias para que um hábito possa ficar enraizado (3 a 4 semanas). Alguns trabalhos tinham fundamentação científica, outros nem tanto.

Como é evidente, o hábito a enraizar depende de ação para ação, alguns mais simples levam menos tempo do que outros mais exigentes.

Já quanto aos hábitos que pensamos que nos poderão beneficiar, como a utilização das novas tecnologias e a relação que estabelecemos com as mesmas com horas intermináveis no facebook, instagram, twitter ou outras redes sociais, bem como um dos maiores devoradores de tempo – o e-mail com a quantidade de vezes a que acedemos – talvez se tornem hábitos pouso saudáveis. Alguns psicólogos falam em adição e outros em falta de autorregulação quando não existe uma adequada gestão da relação com esses meios, o que pode minar outras atividades, relações próximas, trabalho e tudo o que se possa aproximar a uma vida considerada normal.

A falta de autorregulação acontece quando existe um défice de auto-observação. Para largar um mau hábito, seja esta desregulação de contacto com as redes sociais, seja o hábito de fumar ou de comer "porcarias", é necessário ter noção de quando, como e onde esse hábito acontece, i.e., ser consciente, auto observar-se, ou viver no momento. Quando fazemos isso começamos a ter consciência daquilo que são esses comportamentos e pensamentos que são dirigidos pelo nosso inconsciente. É o inconsciente que regula todo o nosso comportamento automático e um hábito é isso mesmo, uma ação ou comportamento que foi repetido imensas vezes e se tornou automático.

Para que se possa instalar um novo hábito, que seja positivo e benéfico, a pessoa tem que estar motivada e ter um objetivo suficientemente estimulante. Depois, há que ter um plano e focar-se nos processos e ferramentas que permitam ir alcançando objetivos parciais.

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por ppmiguel às 09:47

Segunda-feira, 21.09.15

Sugestões para autoeficácia

(para utilizar no treino ou em competição)

Dos meus registos de trabalhos do mestrado no ano de 1999, algumas sugestões que naquela data deixava aos meus atletas para que pudessem realizar melhores performances, obter sucesso na pista e noutras áreas para além do desporto. Eis quatro sugestões, simples e muito eficazes:

  1. Afirmações de autoeficácia – dizer a mim mesmo que sou capaz de realizar este exercício ou esta performance, utilizando mensagens positivas do tipo “eu sou capaz”, “eu posso”, “vou conseguir”, “I can do it”, etc...
  2. Utilizar Modelos – Observar os atletas ou colegas que realizam correctamente o exercício ou a técnica que queremos executar ou melhorar (podemos também realizar observação em vídeo).
  3. Visualização Mental - Ensaiar mentalmente e imaginarmo-nos (e sentirmos todas as zonas do nosso corpo) a realizar de forma adequada o exercício ou a técnica que pretendemos realizar. Pode ser feito imediatamente antes do exercício, durante o treino, depois do treino, antes de ir dormir,etc...
  4. Avaliar-me constantemente -   Realizar auto-avaliações constantes daquilo que estou a fazer. Saber se estou a progredir. Se não consigo progredir devo perguntar a mim mesmo se estou a esforçar-me e a tentar realizar tudo correctamente – se ainda não consigo, então devo solicitar ajuda (de preferência ao treinador).

 

 

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por ppmiguel às 17:41

Terça-feira, 18.08.15

Linhas mestras para melhorar a Auto-confiança

     A auto-confiança nunca é um problema para ninguém, exceto nos momentos em que ela é necessária e não está lá. Os problemas com a auto-confiança podem manifestar-se de diversas formas. As mais habituais são, situações de pressão (auto-imposta ou imposta exteriormente), competições com determinados adversários, ou com expectativa elevada. Em termos de treino pode ser limitante se existir uma inabilidade para esquecer o passado (especialmente os fracassos ou más prestações), ou situações em que os atletas se centram demasiado no resultado e muito pouco na tarefa. Entre outros, pode levar a uma deficiente recuperação ou a sobretreino.

    Eis alguns tópicos que podem ser muito úteis (resumo realizado a partir das sugestões de Miguel Crespo e colaboradores em Tennis Psychology):

   - Treinar com inteligência (para aquilo que é necessário e requerido no evento, prova em que se participe);

   - Ficar em forma – é a chave para um mindset positivo;

   - Melhorar outros skills mentais (concentração, motivação, pensamento positivo, gestão de emoções, alegria,  capacidade de manter as coisas em perspectiva);

   - Planear a competição de forma adequada (dia ou dias antes, horas antes, durante, etc);

   - Ser consciente da sua linguagem corporal;

   - Aumentar a auto-disciplina;

   - Aumentar a autonomia (em relação a treinadores, ou outros em que exista excesso de dependência);

   - Aprender e praticar a auto-crença;

   - Desenvolver o pensamento positivo;

   - Agradecer a si mesmo e felicitar-se por bons desempenhos e outras coisas positivas que todos temos;

   - Recuperar memórias de sucessos anteriores – ficar com a imagem mental e sensações dos bons desempenhos. Registar comportamentos adequados e outros aspetos no diário de treino e competição a fim de auxiliar em próximos eventos.

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por ppmiguel às 23:53

Segunda-feira, 14.07.14

O Futuro da Liderança

O contributo mais significativo que os líderes podem dar não se resume ao dia de hoje; tem de levar ao desenvolvimento a longo prazo de pessoas e instituições para que se possam adaptar, mudar, prosperar e crescer. (…)

Precisamos de mais lideres exemplares e precisamos deles mais do que nunca. Há tanto trabalho extraordinário que precisa de ser feito. Precisamos de lideres que nos unam e nos despertem.

Afinal de contas, apercebemo-nos de que o desenvolvimento da liderança é o auto-desenvolvimento. Completar o desafio da liderança é um desafio pessoal e diário para todos nós.

in Kouzes e Posner, O Desafio da Liderança

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por ppmiguel às 15:24

Domingo, 15.06.14

Princípios do otimismo pragmático (Como enfrentar um Mundo em Mudança)

Mark Stevenson convidado de Eduard Punset no seu programa Redes 147 identifica 8 traços fundamentais das pessoas otimistas e capazes de enfrentar estes tempos de grande mudança. Eis esses princípios:

  1. Sonhar com o futuro
  2. Ter um projeto que seja maior que tu
  3. Abrir-se à evidência (encarar a Realidade)
  4. Ser mais como um engenheiro e menos como um politico
  5. Partilhar as ideias (as boas ideias)
  6. Não há qualquer problema em enganar-se (o erro é o inicio do caminho)
  7. Somos o que fazemos e não o que queremos fazer (põe mãos à obra)
  8. Todos os projetos são longos (irás perder as primeiras batalhas)

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por ppmiguel às 17:34

Segunda-feira, 09.06.14

Então queres Ser Treinador?

Algumas pessoas são apaixonadas pelo treino e melhoria de competências de equipas e atletas. Se é o teu caso e queres ser coach ou treinador há alguns aspetos a considerar na tua formação e competências a desenvolver.

Fundamentalmente dividem-se em 3 áreas, saber, saber ser e saber fazer.

O saber diz respeito aos conhecimentos que uma pessoa tem de uma determinada área ou assunto. O saber fazer diz respeito à experiência, aos métodos, à forma de trabalho que uma pessoa tem numa área, o know how. O saber ser diz respeito à forma de estar e de se relacionar com outros, sejam atletas, pais, treinadores, agentes, público, etc.

Todas as áreas devem estar desenvolvidas de forma equilibrada. Embora cada um de nós, por escolhas ou oportunidades na nossa vida tenhamos maior apetência para uma ou outra, elas devem evoluir em paralelo.

É bastante provável que os desafios e dificuldades que vives no teu dia-a-dia tenham a ver com a área que mais valorizas, ou aquela que mais necessitas de desenvolver.

Desejo-te o melhor e que não pares de aprender e de evoluir…, para Ser Treinador.

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por ppmiguel às 00:37

Domingo, 01.06.14

Saber perder, ou encarar o fracasso

Perder e ganhar faz parte da atividade desportiva de competição, assim como alcançar ou não os objetivos que definimos para nós mesmos.

Como é obvio, todos gostamos que a vida corra sempre da melhor forma e de acordo com que antecipamos ou desejamos à priori. Contudo, a dura realidade é que nem sempre isso acontece.

Então qual a melhor forma de enfrentar  as derrotas e fracassos?

Bem, primeiro é preciso ter consciência de que elas fazem parte de todo o nosso processo de evolução, aceitando-as. Quando aceitamos as derrotas e os fracassos, isso permite-nos ter um maior discernimento para analisar o que correu mal e corrigir ou melhorar o que está ao nosso alcance (contribuindo para a evolução).

Lamentavelmente algumas pessoas têm uma dificuldade extrema em lidar com a derrota, despejando a sua raiva e agressividade naqueles que estão mais à mão, sejam pais, treinadores, namoradas, amigos etc.. Isto é compreensível, visto que a derrota tem um significado simbólico, assemelhando-se a uma morte. Quando somos derrotados ou não conseguimos os nossos objetivos, uma espécie de espada emocional perfura os nossos corações. Contudo, a nossa tendência de despejar as nossas mágoas e frustrações nos que estão ao nosso redor, quando feita em demasia, torna-se um fardo pesado para essas pessoas criando um clima sombrio e pouco agradável.

Desta forma, importa que todos os que não atingem os seus objetivos tenham a capacidade de assumir esses fracassos encarando a desilusão de forma tão natural, tal qual é natural festejar com alegria no dia das vitórias. Umas e outras fazem parte do processo, do desporto e da vida em geral. Saber conviver com umas e outras pode treinar-se e desenvolver-se tal como outras capacidades. Assim, as pessoas o desejem.

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por ppmiguel às 18:06


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